O
Mourinha e o
Steed resolveram meter-me num daqueles trabalhos das correntes. Eu, ainda que ande mui pouco blogueira, dificilmente resisto ao que gosto e vai daí que decidi esmagá-los com uma demonstração de gosto inquestionável e - imagino eu - flutuante. Portanto, do alto deste copito de Porto fresquinho e numa perspectiva totalmente objectiva e sem grande ordem, dito:
The Sopranos - Melhor série de todo o sempre, indestronável;
Six Feet Under - A segunda melhor série de todo o sempre, indestronável. Ah! E tinha o Nate. E o Dexter;
Twins Peaks - Parecia difícil acreditar que faziam uma coisa tão bonita e boa só para mim;
X-Files - Umas das primeiras opções religiosas. Ao contrário de muitos (fracos), resisti até à série 5;
Monty Python's Flying Circus - As mais saborosas gargalhadas de todo o sempre. Sem rival;
L.A. Law - Co-arguida num processo de responsabilidade penal por opções profissionais desajustadas;
Star Trek - Eram estes que me deviam ter ditado o destino...
Millennium - Paixão ao primeiro episódio, fabulosa escuridão e melhor teledisco (adoro dizer teledisco!) da história dos telediscos para o Horses, da Patti Smith;
House MD - Porque eu queria ser o House no meu trabalho, embora não quisesse ter o trabalho do House;
Picket Fences - Tal como no Twin Peaks, a luz que vinha da cor daquela série, prendia-me sempre;
Dallas - Pela telenovela que existe dentro de todos nós e, mais recentemente, em modo reprise, pela companhia a passar a ferro, aos Domingos à tarde;
Rome - Irresístivel o clima de conspiração permanente, aquilo sim era alternância democrática e porque era uma das épocas em que preferia ter existido;
Boston Legal - Por motivos de adição actual e porque planeio tornar-me uma lunática respeitada a muito breve trecho. E não resisto ao James Spader e à Candice Bergen. As conversas entre o James Spader e o Captain Kirk (não sei se repararam que ele ainda se senta no sofá, como se estivesse a desbaratar Klingons e devorar galáxias) são do melhor que se escreve em televisão;
Dexter - Melhor genérico e personnal favorite para a forma de resolver problemas indesejáveis: com muita película aderente.
Claro que este post me desviou de uma série qualquer, mas o que tem de ser, tem de ser.