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July 02, 2008

hoje apetece



















foto furtada aqui

e as férias já tão perto

Bilhetes do FMM 2008 à venda

Os bilhetes para o Festival Músicas do Mundo 2008 encontram-se à venda.

Os locais de venda de bilhetes para os concertos em Porto Covo (5 euros / noite) e no Castelo de Sines (10 euros / noite) são os seguintes:

Postos de Turismo de Sines e Porto Covo
Centro de Artes de Sines
Lojas FNAC
Lojas Bliss
Lojas Worten
Livraria Bulhosa (Oeiras Parque e CC Cidade do Porto)
Agências de viagens Abreu
Pontos MegaRede
Loja VGM (Lisboa - Rua Viriato)
www.ticketline.pt (a partir de amanhã)

Os bilhetes para os concertos realizados no Centro de Artes de Sines (10 euros / noite) são vendidos apenas no próprio local. Reservas através do telefone 269 860 080.

Nota: As crianças com menos de 12 anos não pagam bilhete. Nos termos da lei, está vedada a entrada de menores de 4 anos nos recintos do festival.

June 27, 2008

150 coisas para fazer no trabalho à sexta-feira à tarde




What the Beach Test Says About You



You like people, but you're careful about who you get close to. Friendship is important to you... so important that you aren't just friends with anyone.



You fall in love with ease and confidence. Even if you've had bad experiences in the past, each new love is a reason to start completely over.



You are deeply passionate about several things in your life. You're not passionate about much... and the few passions you have are truly obsessions.



Your sense of humor is intellectual and obscure. Only really well educated people get your jokes.

The Beach Test



O bold é meu. Podia o aforismo passar despercebido...

February 12, 2008

para o caso de alguém estar indeciso


Faltam só 8 meses e 25 dias para o meu aniversário. Passam num instantinho.

February 04, 2008

January 08, 2008

tinha de ter visto em 2007

Os National no Sudoeste.

Quer dizer, a parte de ser no Sudoeste eu dispensava e até dispensei, mas que me custou não ter ido, isso custou. E muito. Ainda hoje olho de revés para quem foi e se andou a gabar por todo o lado.

January 03, 2008

aposto que há aí umas 20 pessoas no mundo

Que sabem o desespero que seria ler este blog se eu não tivesse deixado de fumar há seis meses e dois dias.

November 22, 2007

a propósito daquele anúncio com mulheres invisuais

Sábado passado, a meio da tarde, tive de ir ao Chiado trocar uns ténis (as crianças calçam sempre o número acima). Parvoíce, claro está. Estamos na altura de Novembro em que aqueles milhares de pessoas previdentes antecipam a compra dos prendas de Natal para não terem para ir para a confusão das compras de Natal. Enfim, estavam lá, na confusão das compras de Natal.

Tomei café na Leitaria Académica - que é onde me sabe bem tomar café, também por ser apaixonada por aquele senhor -, ali ao Carmo (dizer ali ao ou ali à e depois referir um bairro ou uma rua de Lisboa é daqueles privilégios Google Earth) e, já a descer a Calçada do Sacramento, lembrei-me que, por gostar tanto do senhor da leitaria, tinha novamente não ido à loja da Nespresso beber a bica. Porque só muito recentemente eu descobri que se podia tomar café lá. Em concurso para aumentar o meu arrependimento, ao virar da esquina para a Rua Garrett, constatei que o Clooney havia de estar na loja, dedução lógica e necessária da observação do comprimento da fila para a entrada, que dobrava a esquina para a Rua do Carmo.

Em jeito de compensação pelos danos causados na minha gestão de expectativas, não espero menos que uma máquina Nespresso, Pai Natal.


September 13, 2007

o lado negro da força

Lá se acabaram os comprimidos. No Domingo. Por ora, tudo como nos 75 dias antecedentes, se não contarmos com a primeira semana sem cigarros, um pesadelo hediondo a manter tão vivo e colorido como as horas de trabalho de parto, caução para não cometer erros graves duas vezes. Posto noutras palavras, ou a vareniclina vai ficar para sempre na minha circulação (por mim tudo ok, gosto de comprimidos e de químicos e de medicamentos), ou saiu de mansinho porque já cá não andava a fazer nada, ou então era açúcar.

A minha teoria (da conspiração) é que era açúcar (no meu pacote, que o do Diogo Infante deve ser diferente). Os primeiros comprimidos devem ter os inibidores e as metadonas e análogas substâncias de substituição, mas depois é açúcar. Para comprovar a minha teoria veja-se a necessidade que venho tendo esta semana de comer doces. Não como, claro. Mas, se pudesse, comia. Muitos. Sobretudo chocolate. Apetece-me tanto comer chocolate. E eu sou moça de comer um quadradinho ou um bonbonzinho umas quatro vezes por ano, não mais. Fui ao hipermercado e comprei pipocas atropeladas com cobertura de chocolate negro. Cada placa de aglomerado tem 76 em vez de 30 calorias, mas deixa-se comer e satisfaz bem. Hoje já foram 152 calorias. Eu não teria comido duas, mas houve pressões de diversa ordem e o pior felizmente foi evitado.

Mencionadas as pressões e os lóbis (é assim que se escreve agora, não é?), há seres cruéis e vis (ainda de pior índole que as que pressionam para comer tortitas), que têm o desbragamento de me linkar posts destes, de blogs assim. Uma combinação tão perfeita como aquelas molas transparentes alinhadas ali no meu estendal: CHOCOLATE E CÔCO, num creme de indecorosa textura que fantasiamos a ser docilmente desflorado por uma resplandecente colherzinha que pousamos na língua tão devagar quanto a concentração o permite.



August 25, 2007

let's sleep on it together

Estou a ser tomada por uma vontade descontrolada de ler a Fantasia para Dois Coronéis e Uma Piscina, do Mário de Carvalho.

August 16, 2007

whishful singing (1)

Se o Matt Berninger soubesse como faço bem a segunda voz no Brainy...

July 18, 2007

you wouldn’t wanna watch






Não estou a conseguir parar de ouvir isto.


Pode ser por causa da bateria...

Ou a maneira como ele canta...

As letras?...


Não consigo mesmo.



Cena adolescente, Alice!


July 03, 2007

prendinha


Tudo porque me porto bem e já não fumo cigarros.

170º for my eyes only.

June 17, 2007

how different can it be?

Uma boa metáfora deve ser a de ter de deixar um amante de muitos anos, se realtivizarmos a parte do imenso prazer que ainda nos dá. E isto de reduzir a frequência dos encontros antes de o abandonar para sempre, apesar de, em teoria, ser terapeuticamente aconselhável, só nos aumenta a saudade nos tempos de intervalo e a sensação de saciedade por cada beijo a menos. Sabemos que nos vamos lembrar dele o resto da vida e temos esperança de, daqui a uns anos, já não se nos apertar o coração se o encontrarmos na rua.

Também pode ser o mesmo que vir alguém dizer-nos que nunca mais vamos poder ouvir o Pet Sounds, ou o Forever Changes, ou o Liberty Belle and the Black Diamond Express, ou o Calenture, ou as Crónicas da Terra Ardente, ou o Pelo Dia Dentro, ou o Pano Cru, mas isto já é dramatizar e não é caso para isso. A metáfora do amante é melhor. Só o vamos deixar porque já não existe espaço para ele na nossa vida. O nosso velho amante tem de ir para a prateleira dos ex-files.

June 10, 2007

finalmente experimentei

É verdadeiramente delicioso. Não me importava de ter em casa para consumir sempre que tivesse vontade. Mas a verdade é que me deixo viciar muito facilmente.

May 18, 2007

arquitectura da preguiça

Paredes caiadas. Paredes de neve. Paredes-núvem. Cheiro a tinta.

Quartos quase despidos de mobília. Com ar em quase todo o lado. Cheiro a madeira. Eco.

Chão vermelho, tijoleira gasta. Cheiro a cera. Frio. Luz.

E duas árvores enormes e antigas. Frondosas, de folha perene, de sombras eternas.

May 17, 2007

queixinhas

Eu continuo a trabalhar e ele continua a torturar-me com gelados, mesmo sabendo que a vingança não vai tardar. Puerilmente, chega a fornecer-me elementos para eu o transformar num mero vestígio de humanidade...