May 23, 2007

post gabarolas

O maior benefício de os outros perceberem que o nosso amor pelas cerejas é sincero, absoluto e incondicional é que são incapazes de não vir oferecer-me umas quantas sempre que as compram. Refira-se até que já é a terceira vez que como cerejas este ano e que, em duas delas, foram compradas expressamente para mim. Este tipo de atitudes, a par de serem louvadas e de merecerem o meu mais emocionado agradecimento, deviam ser um exemplo a ser seguido por toda a humanidade. Cestos, caixinhas, sacos plástico, tupperwares, ramos de cerejas!

3 comments:

saturnine said...

nisso és minha 'almea gema'. :D as primeiras duas ou três vezes que comi cerejas este ano foram compradas a preço ainda exorbitante a pensar em mim. pois, lá está, quem me conehce sabe que não há no mundo maior felicidade. especialmente num ano em que o mau tempo diminuiu a quantidade das ditas nas cerejeiras cá de casa, e as poucas que há andamos a disputá-las com os pássaros. humpf.

se estivesses mais perto, mandava-te uma caixinha de cerejas transmontanas, vou lá este fim-de-semana. *

António Pires said...

...

«Quand nous chanterons le temps des cerises
Et gai rossignol et merle moqueur
Seront tous en fête
Les belles auront la folie en tête
Et les amoureux du soleil au cœur
Quand nous chanterons le temps des cerises
Sifflera bien mieux le merle moqueur»

...

menina-alice said...

Oh, obrigada. As cerejas deviam ser um direito constitucional tendencialmente gratuito.