March 17, 2008

a geração de 70



"Achei uma aposta surpreendente", diz o crítico literário, licenciado em Direito pela Universidade Católica. Mas, afirma, apesar de não ser uma pessoa "imediatamente" ligada ao cinema, este não lhe é completamente estranho: "Para mim, a Cinemateca foi um sítio de formação".

Pedro Mexia aceitou o convite para o cargo porque o considera "um desafio irrecusável" e acha que pode corresponder àquilo que lhe é pedido. "Não é o tipo de convite que apareça duas vezes numa vida", acrescenta, assegurando que vai continuar a ser crítico literário e a fazer o que fazia até aqui porque não quer deixar de escrever.

Sobre as funções concretas e o papel que Pedro Mexia vai ter na Cinemateca - que tem como missão a conservação do seu arquivo e a programação de ciclos temáticos -, nem o próprio nem Bénard da Costa quiseram especificar quais serão.


Sangue novo.

1 comment:

menina limão said...

espero bem que seja uma boa notícia, algo que por enquanto é impossível de avaliar. ser inteligente e culto não basta para se gerir o que quer que seja e para se ser um bom programador cultural. mas fico a torcer para que ele nos surpreenda pela positiva e que consiga abrir o espólio ao resto do país, coisa que não acontecerá enquanto o Bénard lá estiver. infelizmente.